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Carie, você ri de si mesma?

domingo, 22 de julho de 2012
                                     

  Hoje, eu me cometendo um crime: arrumando o meu quarto. Bem, é verdade que é um "anti-crime", cometido por um crime. E achei os antigos diários da Carie (da Patty, mas eu estou vendo Sex and the City)
  Bem, eram os diários da quinta série, que coisa velhaaa! As paixonites, os ódios, as notas altas! Era tudo tão cheio de fogo (no bom sentido da palavra), de energia, tudo tão rápido! Comendo gelatina com a Laura e o Lucas... Era o máximo.
  Então eu cheguei na parte das listinhas, meus "TOP 10 dos 11 anos". Então eu me deparo com o nome de 10 meninos, e a lista com um título, manchado por... o que quer que fosse aquilo. Enfim, eu fui pensar com a minha cabeça de 3 anos atrás.
  Qual seria o nome daquela lista? Com certeza não era "10 caras gatos", já que a)eu não ligava pra isso aos 11; b)tem "caras" que definitivamente não são bonitos ali. Seriam os "10 mais legais"? Não, um deles era o fim. Na verdade, ainda é o fim. Seria "10 pessoas aleatórias na minha vida"? Não, pois eu nunca faei com uma daquelas pessoas... Que porcaria era aquela? Sinceramente (desculpem o vocabulário chulo, mas é o que pensei)?
  Enfim, aí eu decidi que este será um mistério: o que seria aquilo? Por que aquela lista? Por que aquelas pessoas?
  Li a página que dizia sobre um dia 17 de abril: "Hoje, comprei um anel muito simples: eles é de aço, tem uns desenhos estranhos, ficou meio largo, mas eu gostei dele... Porque (é, eu escrevi junto)?" Então eu olhei pra minha mão; no meu dedo indicador direito, um anel de aço, com desenhos estranhos, defeito de fábrica que o fez bem mais barato. Minha terceira marca registrada. A primeira são BJS caramelados e a segunda, o Gato Gay

  Então, eu decidi abrir meu diário dos "quase 12 anos". Esse é brilhante: uma quantidade inacreditável de festinhas e festas, bem mais do que eu tenho hoje; uma quantidade incrível de meninos não beijados; uma quantidade incrível de compras; e sim, eu admito, quero meus 12 anos de volta! E eu era mais madura, de uma forma estranha, eu "desamadureci". E pesava menos os dois quilos de maquiagem de hoje. Mesmo assim, dois anos acrescentaram ao meu rosto alguma beleza, até mesmo sem maquiagem. E por que os meninos pediam para ficar mais comigo há dois anos que agora? Mistério não tão profundo, talvez. Existe uma probabilidade razoável de uma ex-amiga ciumenta ter falado que eu jamais ficarei com alguém, e outra probabilidade deles terem lido meu blog mais tarde e concluírem que... Bem, tem sido verdade até agora.

  Não existe um diário dos 13 ou dos 14 anos; é quase deprimente. Não existe um diário dos 13 e dos 14 anos!!!! Como assim?
  Foi engraçado me ver há dois, rês anos atrás. Saber a data de aniversário do meu anel predileto. lembrar quem eu era (e não é muito diferente de hoje). Certamente haverá um diário dos 15, se haverá!

BJS caramelados,

Patty

Quando perder é necessário

terça-feira, 6 de março de 2012
  Normalmente eu venho aqui, falo dos meus problemas, de ser egoísta, de ser estranha... Mas ninguém é tão imperfeito assim. Por isso, eu venho aqui falar hoje do problema dos outros.
   Sabe, hoje na aula eu acertei um exercício bem difícil. Tudo bem, não foi grande coisa, mas na turma temos um estudante que não sabe perder; tenta esconder, mas mesmo gostando da pessoa, fica transparente o fato de que ele odeia vencedores, pois já está completamente acostumado a vencer.
  A questão é que é impossível nunca perder: é basicamente improvável que uma pessoa seja a mais sociável, a mais bonita, a mais inteligente, com a melhor memória, mais rica, com maior conhecimento (em todas as áreas), concorrendo com todo o mundo. E basicamente, somos todos tão incompletos que não podemos ser sempre os melhores: um homem jamais será a melhor mãe do mundo, e vice versa. E isso piora quando consideramos o ponto de vista alheio: se eu sou a melhor em decorar coisas sobre esmaltes, uns irão concordar, outros vão achar que isso é doentio, outros vão achar fútil... Enão adinata discutir, pois não vai levar a lugar algum. No minímo, você convence aquela pessoa de que você estava certa, e convence a outra que te achava perfeita, de que você gosta de brigar por NADA.
   Eu acho totalmente sem necessidade ganhar a todo momento. Não há necessidade disso, temos que nos preocupar com coisas comuns, porque, sem um errinho, uma preocupação, qual a graça?

BJS caramelados,

Patty

Histórias da Vovó: as amizades que vem e vão...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
 La-la-ra-la-la-la, mais um dia na casa da vovó, mais um dia ouvindo as histórias de antigamente...

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  "Ela tinha acabado de se mudar para o condomínio, veio de São Paulo, não conhecia ninguém. E eu sempre gostei, como você sabe que a casa era bem grande, de convidar os amigos para irem lá... E eu sentia que essa moça precisava de uma amiga, principalmente vivendo sozinha, em um lugar totalmente desconhecido.
  Já fazia uma semana que ela morava no início da rua, e eu fui até lá, para convida-la a ir tomar um cafezinho, nos sábados, comigo e com as meninas. Ela aceitou; foi tão bom, ver o sorriso crescendo nos lábios dela, vendo que teríamos mais uma mulher conosco, falando da vida, falando dos filhos, do casamento...
  E ela veio: no dia, o chá foi na casa da Conceição, diferentemente do costume. E logo aquela estranha se tornou, assim como nós, parte do todo. Logo, estávamos dividindo nossos segredos com ela; logo, nossos filhos a chamavam de "Tia", e não de "Dona"; logo, ela ganhou nossa confiaça. Era verão e tudo estava bem.
  E assim foi por uns... 4 anos, talvez? Até que Maria veio falar conosco; uma de suas filhas estava com uma doença que hoje em dia é pouco falada, tifo. 2 semanas depois, Suzana estava morta, e Maria, desolada. 3 meses depois, o seu marido foge com sua empregada. Ela ficou na casa de ua das meninas por um tempo.
  E de repente, era como se nunca nos tivéssemos falado; umas se separaram, outras morreram, e de uma forma estranha, nunca nos víamos; coisa estranha para o que juráramos ser eterno, até que a morte nos separasse... Mas o essencial, é que cada uma delas foi ajudada por essa "nova" amiga, até mesmo eu, quando estava me separando do seu avô, mas logo voltamos, então, não precisei tanto de sua ajuda.
  Um dia, eu acordei, e fui caminhar, e vi umas mocinhas mais novas rindo, e olhando fixamente para mim. Outras das minhas amigas reclamavam que muitas mulheres não queriam andar com elas. E logo nós fomos tentar saber o motivo: todos estavam sabendo que uma delas tinha traido o marido; que outra estava pensando em ir em uma, uma daquelas mulheres que lidam com ervas, para tentar abortar seu próximo bebê, pois não queria ser mãe tão cedo; que outra, pensava em se suicidar, com tantos pesos (Maria); e eu, que não controlava meus filhos. Problemas que toda mulher terá, mas que quando 'caem na boca do povo", tanto são aumentados, como todos os fofoqueiros agem como se suas vidas fossem perfeitas. A primeira, realmente traíra o marido; a outra, já passava dos 40, e não podia ter mais filhos (ordem médica), e não queria engravidar (nem ao menos estava grávida); Maria blasfemou que a morte pode ser mais tranquila que a vida; e um dos meus filhos estava mal na escola e namoradeiro. Como se Rosa, a filha de uma das fofoqueiras, não dormisse com todo o condomínio.
  E nós fomos procurar a fonte, mas so recebíamos "não sei" ou "devo contar a alguém que não guarda os próprios segredos"?
  Mas um dia Conceição chegou em casa, falando que encontrou a nova menina na cama, com seu marido; ele achava que era sábado, e por isso ela estaria conosco. Não foi tão difícil descobrir a mulher de língua venenosa.
  E assim, ela foi banida dali. Ninguém falava com ela, e ela se isolou. Dois meses depois, ela foi embora, Maria voltou com o marido engravidou novamente... Hoje, muitas delas já morreram, mas... Nunca estaram completamente mortas, o espírito delas paira sobre minhas memórias. E a verdadeira amizade, dura, perdura, e perpetua, e chega viva e intacta depois da maré de obstáculos"

  Minha tia chega em casa. Ela cheira a goiabada, que logo vi, estava em uma bolsinha. Ela olha para a vovó é diz:
-Encontrei Dona Conceição, ela está mal, mamãe. Então, ela pediu que a senhora perguntasse as suas amigas se o chá pode ser na casa dela sábado

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BJS caramelados,

Patty

Histórias da Vovó: quando o amor nos espera...

domingo, 18 de dezembro de 2011
  Hoje, dia 18 de dezembro de 2011, eu vim para a casa da minha avó; e estávamos assistindo um filme, no qual aparecia um cão cuidando de um bebê. E a vovó começou a me contar a história... Era uma vez... haha' essa é de fatos verídicos.
 
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  Ela era muito nova, e tinha acabado de ter o bebê, sabe, a uns três ou quatro meses. Ela tinha apenas 23 anos, e entenda, era uma mãe SOLTEIRA, o que não era bem aceito na época; parece que o homem que a engravidou tinha... Uns 32, 33 anos, e assim como fez com tantas outras, a enganou, e deixou-a, sem se importar. Ela procurou por ajuda, até achar o irmão do homem, seu "cunhado(?)", que era casado, e já tinha dois meninos. Aliás, o bebê dela também era um menino.
  Ela morou lá pelos primeiros meses do filhinho. Queria encontrar um emprego, se sustentar, mas naqueles tempos, quem seria o empregador de uma mãe-nova, e ainda mais, uma mãe-nova solteira? Até que a mulher do irmão do pai da criança, nos encontrou: nossa empregada iria voltar para o Nordeste, e precisávamos de alguém, já que a casa era grande. Ela todo dia subia e descia aquela escadaria até nossa casa, várias vezes: para amamentar o menino. Assim, depois de alguns dias, eu ofereci a ela que levasse, depois do almoço, o menino lá para casa: para descer e subir menos, deveria estar cansada de ter o bebê.
  Assim, eu cuidava dele um pouco: ele era meio molinho, meio sonolento depois de mamar, não dava trabalho. eu arrumei a casa de empregada dos fundos, e coloquei um bercinho: e lá ele ficava, depois do seu "almoço", dormindo. Um dia, eu vi nosso cachorro, Shalon, indo para lá: disse "corre Luciana, que o cachorro está indo para lá!" mas ela respondeu "correr? Shalon cuida do meu menino". Eu fui conferir, e ao chegar perto do berço, quase fui mordida: só Luciana chegava perto da criança sob as vistas de Shalon.
  E então ela ia embora, como todo dia. E o ônibus demorava a passar... Enquanto isso, ela conversava com o chofer, que um dia me confidenciou estar apaixonado por ela; eu entendia: ela era uma morena alta, bonita, com os cabelos daquela atriz, Juliana alguma coisa (Juliana Paes). E eles ficaram amigos, até que um dia, ele se declarou para ela. Ela respondeu que também gostava muito dele, mas que com um bebê, morando na casa de pessoas praticamente estranhas, ela não tinha nem tempo nem cabeça para um relacionamento assim, menos sério.
  Menos Sério.
  Bom, eu acredito que ele realmente estava apaixonado, porque foi até a casa dos pais da moça pedir sua mão, casou-se com ela, constriu toda uma nova vida... Procurou pelo pai da criança para que ele assumisse-a, ao que teve como resosta "entã eu tenho muito filho para assumir nessa vida, o senhor não acha?". Sem coragem de não satisfazer totalmente a mulher da sua vida, ele registrou a criança como sua.
  Depois de alguns meses, eles decidiram voltar para São Paulo, onde morava a família dele. E ela chegou até mim, e me pediu para ler uma página do diário dela:
  "Ninguém sabe, mas por toda a minha vida eu vivi em um orfanato, e nunca fui aceita por família nenhuma. E acreditava que era adolescente, e por isso este seria o momento no qual mais precisaria de alguém cuidando de mim. Mas quando menos esperava, e quando mais precisava, encontrei minha família, pessoas boas, que me acolheram: Seu José e Dona Dina. Nunca me despedirei deles, pois mesmo que eu vá embora, nunca será um adeus: eles sempre estaram em meu coração...
  E então eu me virei para me despedir dela, e vi Shalon na varanda, olhando para o nada... E ao olhar para o mesmo nada, a vi, com seu bebê no colo, descendo a escadaria, em rumo ao destino, ao amor... A uma nova chance.

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BJS caramelados,

Patty

À Procura do Amor...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
  Ontem eu estava conversando com um colega meu, que está namorando. Ele parecia (pelo menos via MSN), muito feliz com isso, feliz com a garota... Feliz pelo amor. E eu também estou feliz por ele, é uma boa pessoa e merece ser feliz. Então, ele me perguntou como eu estava, e depois, se estava a fim de alguém, ao que eu respondi que não, que estou bem assim.

E É A MAIS ABSOLUTA VERDADE.

  Então, comecei a pensar nas pessoas que estão sempre a procura de um namorado, uma namorada, uma nova paixão, e como isso pode dar errado.
  Isso, porque quem se encontra em tal fervor por um amor, ao encontrar alguém que o aceite como ele realmente é, acaba se apaixonando pelo fato de estar namorando, não pelo namorado ou namorada em si. Depois de algum tempo, toda a novidade de estar namorando passa, e você passa a enxergar o outro. e como todo "o fervor" passou (na maioria das vezes. Por favor, não generalizem meus textos), ambos os indíviduos se veem com uma pessoa que não tem muito "a ver" com o outro. E o namoro, termina.
  E então, você perguntam: "e os sites de namoro? As pessoas ali estão procurando por um namoro, sem nem ao menos saber quem será o outro, e muitos casos dão certo" .  Começando, não sabemos se esses muitos são a maioria. Imagine que você tem um negocio: você não irira publicar no seu anúncios os fracassos da empresa, não é mesmo? E segundo: já percebeu que a maioria deles traz um teste de compatibilidade de personalidade? Logo, as pessoas que vão se encontrar, já tem ao menos algo em comum, o que aumenta suas chances de sucesso em um realcionamento.
  Sabe aquele ditado "Quem procura acha"? Então, é impossível achar o amor. Você simplesmente o encontra.

BJS caramelados,

Patty

Eu Valho o que Falo

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
  Já faz algum tempo, eu ouvi dizerem que "se um homem fala seu idioma, ele tem alguma utilidade; se fala 2 idiomas, vale por 2 pessoas; se ele fala 3 ou mais línguas... Seu valor é inestimável"
  Eu não acredito nisto. Não apenas porquê pessoas cultas também podem ser más, as também porquê não acho que seja a quantidade de línguas faladas, tampouco o saber puramente intelectual que meça o valor de um ser humano no mundo.
  Começando, um homem pode valer apenas... Um homem. Sim, é difícil se fazer valer por inteiro, mas é o máximo que se pode valer. E se pode ser "íntegro" de diversas maneiras: não necessariamente sendo famoso, até porquê alguém que valha bilhões pode ser... Um vazio.
  Segundo; o que mede o valor de alguém não é sua conta bancária, sua fluência, mas sim seu caráter. Porquê alguém de caráterr íntegro, raridades, valem por um ser humano; pessoas comuns... Quem sou eu para julgar? Pessoas sem caráter, sem qualquer escrúpulo, não somente não valem nada, como tem valor negativo.
  Por isso, antes de seguires conselhos estúpidos e irem à procura de cursos de inglês, espanhol, mandarim (hebraico, francês, italiano, português, alemão, 15 línguas falaadas na Índia...), tente aprender a falar algo novo: com honestidade, sem ofender... Tenha caráter. E valha tudo o que se pode valer

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BJS caramelados,

Patty

Porquê o Jovem NÃO Deve Ler (por Ulisses Tavares)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011
  Calma, prezado leitor, nem você leu errado, nem eu pirei de vez. Este artigo pretende isso mesmo: dar novos motivos para que os moços e moças de nosso Brasil continuem lendo apenas o suficiente para não bombar na escola.
  E continuem vendo a leitura como algo completamente estapafúrdio, irrelevante, anacrônico, e permaneçam habitando o universo ágrafo dos hedonistas incensados nos realitys shows.
  (Êpa, acho que exagerei. Afinal, quem não lê, muito dificilmente vai conseguir compreender esta última frase. Desculpem aí, manos: eu quis dizer que os carinhas, hoje, precisam de dicionário pra entender gibi da Monica, na onda dos sarados e popozudas que vêem na telinha, e que vou dar uma força pra essa parada aí, porra.)
  Eu explico mais ainda: é que, aproveitando o gancho do Salão do Livro Infanto-Juvenil, em novembro agora no Parque do Ibirapuera, Sampa, pensei em escrever sobre a importância da leitura. Algo leve mas suficiente para despertar em meia dúzia de jovens o gosto pela leitura (de que? De tudo! De jornais a livros de filosofia; de bulas de remédio a conselhos religiosos; de revistas a tratados de física quântica; de autores clássicos a paulos coelhos.)
  Daí aconteceram três coisas que me fizeram mudar de rumo e de idéia.
  Primeiro eu li que fizeram, alguns meses atrás, um teste de leitura com estudantes do ensino fundamental de uma dezena de vários países. Era para avaliar se eles entendiam de verdade o que estavam lendo. Adivinhem quem tirou o último lugar, até mesmo atrás de paizinhos miseráveis e perdidos no mapa mundi? Acertou, bródi: o nosso Brasil.
  Logo depois, li uma notícia boa que, na verdade, é ruim: o (des)governo de São Paulo anuncia maior número de crianças na escola. Mas adotou a política da não reprovação. Traduzindo: neguinho passa de ano, sim, mas continua técnicamente analfabeto. Porque ler sem raciocinar é como preencher um cheque sem saber quanto se tem no banco.
  E, por último, li em pesquisa publicada recentemente nos jornais, que para 56% dos brasileiros entre 18 e 25 anos comprar mais significa mais felicidade, pouco se importando com problemas ambientais e sociais do consumo desenfreado. Ou seja, o jovem brasileirinho gosta de comprar muitas latinhas de cerveja, mas toma todas e joga todas nas ruas ou nas estradas, sem remorso.
  Viram como ler atrapalha?
  A gente fica sabendo de fatos que, se não soubesse, teria mais tempo para curtir o próprio umbigo numa boa, sem ficar indignado e preocupado com a situação atual de boa parte de nossa juventude.
  E também faz o tico e o teco (nossos dois neurônios que ainda funcionam no cérebro, já que se dividirmos o quociente de inteligência nacional pelo número de habitantes não deve sobrar mais que isso per capita) malharem e suarem, em vez de ficarmos admirando o crescimento do bumbum e do muque no espelho das academias de musculação.
  Por isso que, num momento de desalento, decidi que, de agora em diante, como escritor e professor, nunca mais vou recomendar a ninguém que leia mais, que abra livros para abrir a cabeça.
  A realidade é brutal e desmentiria em seguida qualquer motivo que eu desse para um jovem tupiniquim trocar a alienação pela leitura.
  Eu reconheço: a maioria está certa em não ler.
  E tem, no mínimo, 5 razões poderosas , maiores e melhores que meus frágeis argumentos ao contrário:
  1.Se ler, vai querer participar como cidadão dos destinos do País. Não vale à pena o esforço. Como disse o Lula (que não teve muita escola, mas sempre leu pra caramba), a juventude não gosta de política, mas os políticos adoram. Por isso que eles mandam e desmandam há séculos;
  2.Se ler, vai saber que estão mentindo e matando montes de jovens todos os dias em todos os lugares do Brasil impunemente; principalmente porque esses jovens não percebem nem têm como saber (a não ser lendo) a tremenda cilada que é acreditar que bacana é mentir e matar também;
  3.Se ler, vai acordar um dia e se perguntar que diabo é isso que anda acontecendo neste lugar, onde só ladrões, corruptos, prostitutas e ignorantes, aparecem na mídia;
  4.Se ler, vai ficar mais humano e, horror dos horrores, é até capaz de sentir vontade de se engajar num trabalho comunitário, voluntário e parar de ser egoísta;
  5.Se ler, vai comparar opiniões, acontecimentos, impressões e emoções e acabar descobrindo que sua vida andava meio torta, meio gado feliz.
  O espaço está acabando e me deu vontade de lembrar que ninguém -nem mesmo alguém que não vê utilidade na leitura - pode achar que há um belo futuro aguardando uma juventude que vai de revólver pra escola e, lá, absorve não conhecimentos mas um baseado ou uma carreirinha maneira. Sim, é outra pesquisa que li, esta dando conta que sete entre dez estudantes brasileiros andam armados, tres entre dez se drogam na escola, sete entre dez bebem regularmente.
  Mas paro por aqui já que, apesar destes tristes tempos verdes e amarelos (as cores do vômito, papito), lembro também de tantos poetas, jornalistas e escritores que, ao longo de minha vida de leitor apaixonado, me deram toques de esperança, força e fé na mudança.
  De um especialmente - o poeta Tiago de Melo - com seu verso comovido e repleto de coragem: "Faz escuro, mas eu canto!"
  Talvez meu pequeno cantar sirva de guia do homem (e mulher) de amanhã. E que, lendo mais, ele/ela evite de ter como única alternativa para mudar de vida dar a bunda (e a alma) ou engolir baratas (e a dignidade) diante das câmeras de televisão.

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BJS caramelados,

Patty

Os meios justificam os fins

Sabe aquele ditado errôneo, de Maquiavel, "os fins justificam os meios"?
Bem, eu não acredito que os fins justificam os meios;acho que alguém que é capaz de dizer e agir dessa forma (para fins negativos ou positivos) é alguém sem caráter, sem alma e sem compaixão. Mas creio naqueles que dizem que os meios justificam os fins. Porque se você faz algo, você terá as consequencia do que fez. E se não faz nada, também terá seu destino traçado.
Porque o modo como tudo é feito, desde o dever de casa da alfabetização até o funeral, desde pintar o cabelo de rosa até construir uma conspiração... Tudo tem suas consequências; algumas mais, outras menos influentes nas nossas vidas.
Por isso, digo a todos para fazerem tudo o que puderem com empenho, para "escreverem" suas vidas com empenho, pois o modo , o meio como se faz o próprio destino, dará origem ao seu futuro...

Mulheres: as fúteis da moda e maquiagem

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Você tem um jornal inteiro em casa? Sim, neste exato momento. Se não, com certeza você já leu um, não é mesmo?
Vá na seção de classificados, e o título será "classificados"; vá na seção esportiva e o título será "esportes"; vá na seção de novelas e o título será "novelas"; vá na seção de moda e o título será... "Mulheres".
É como se os homens comprassem o jornal, e todo ele fosse específico para homens; como se voltasse décadas atrás, e mercado de trabalho, economia, política não interessassem às mulheres hoje em dia. Tudo o que nos interessa é o vestido da Kate Mindleton e o esmalte do velório da Amy Whineouse.
A questão é que muitos homens leem apenas a seção esportiva, e a maioria das mulheres, não; e nem por isso, se chama "Homens".
Fomos marcadas como símbolo da futilidade na sociedade? Somos seres feitos para servir a beleza?
Por isso, temos que mudar ese papel. Não estou dizendo: saiam com uma calça amarela, um sueter roxo e maquiagem azul!! Digo apenas para não sustentarmos uma opinião falsa: de que as mulheres são as únicas a se importarem com a estética, e que não somos consciêntes com relação a assuntos sociais.

WHO WON THE WORLD??

GIRLS, GIRLS!!

Por isso, vamos mandar nossa opiniões a jornais, a revistas... Para mudarmos não somente a nossa visão, mas a de todos,

BJS caramelados,

Patty

Se sou educada... Quero algo de você!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

 É tão estranho que alguém seja educado?
Ontem realmente, pereceu que eu nunca tinha falado um bom dia, um "com licença" na minha vida. Levei meu avô para almoçar, e na escada do restaurante, havia um casal de idosos. Eu e meu avô entramos, e deixamos o casal sair. Quando eles passaram do meu lado, eu falei "Bom Dia" (faltavam 15 minutos para meio-dia), e o senhor falou "Você quer alguma coisa?" eu respondi que não, obrigada, e ele me deu tchau. Mesmo assim, o ouvi falando com sua mulher "Não entendi. Por quê ela falou bom dia se não queria nada? Não deve nem ter 20 anos!" (haha, eu tenho 14!! ooks, problemas de visão em idosos são frequentes).
  Depois, eu fui fazer o prato do meu avô. Falei com o churrasqueiro, que aliás, é muito engraçado, e concorda que hoje, as pessoas pensam que um "obrigado" é sinônimo de "mais tarde vou sugar a sua alma, ou extorquir o seu dinheiro". Ao pesar o prato, falei "Bom dia", para a garçonete (como eu faço todo dia), e ela sorriu (como todo dia). Então, eu falei "Obrigada" e ela "Ah, desculpe, você aqui me falando e eu nem me toquei que esqueci seu suco! Obrigada por me lembrar". Mais uma vez, ser educada foi o mesmo que "onde está meu suco?? Você não é paga para isso?".
  Depois, eu fui tomar um sorvete (já a tarde), e o diálogo foi:
-Olá, boa tarde
-Boa tarde. O que a senhora deseja (senhorita, por favor, uahsuhasuhau)?
-Um Mc Flurry toblerone, por favor.
-Deseja acrescentar mais calda?
-Sim.
-São 6,50 reais
Eu dei o dinheiro. Ela me devolveu o troco. Me deu a nota do pedido.
-Obrigada- eu respondi
-Ah, desculpe, a senhora quer mais alguma coisa?

???

e aqui em casa, foi a mesma coisa. Durante o período de aulas, eu acordo cedo, e meu avô ainda está dormindo. Até hoje, ou eu acordava tarde demais para dizer "bom dia", mas ao menos eu digo um "olá", ou eu realmente só dizia olá. Mas hoje eu disse "Bom dia, vovô" e ele respondeu "Bom dia filhinha, quer alguma coisa?"

Caros Leitores,

Caso eu os encontre na enooorme estrada da vida algum dia, e falar "Bom Dia", "Boa tarde", "Boa Noite", "Obrigada", "Com Licença" ou qualquer fala semelhante indicando alguma educação para com estranhos ou não, eu provavelmente não quero seu dinheiro.

BJS caramelados,

Patty

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Eu mandei  beijos. Isso é educado, digo, vis internet para milhares de pessoas que não conheço, não? Favor, mandar o valor de R$1.000,00 para a conta nº... uhasusuahs

Um não bem dito...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Oi pessoal!! Ei sei que disse que hoje iria voltar com uma postagem, mas ela não é o que estou pensando agora, então, vou escrever sobre outra coisa. Sobre entender a vontade alheia.
Minha tia sempre me disse que o seu direito termina quando começa o direito do outro. Sabe. se as pessoas respeitassem esta guerra tão básica, muitos conflitos, muitas guerras seriam evitadas.
Como todos bem sabem, eu tenho 14 anos, e terminei hoje a 7ª série (não reproveu ano nenhum, é que eu faço aniversário dia 23 de setembro), e um garoto do ensino médio, o qual não vou citar o nome, estava querendo ficar comigo; mas invés dele falar diretamente comigo, ele pediu para dois amigos dele virem falar comigo. Na cantina do curso de inglês. E foi então que começou a confusão.
Os seus amigos vieram falar comigo, e todos as pessoas da cantina olharam, esperando a minha resposta. Se eu morasse no Rio, em SP... Mas eu moro em Petrópolis, e sei que tudo o que se faz influencia na sua vida e na do outro. Eu nunca fiquei com ninguém, então, ficar com ele não seria problema, mas a questão, é que eu não queria. Eu mudei de ideia quanto ao ficar, mas ainda acho que para beijar alguém e aproveitar disto ao máximo, você tem que ter alguma ligação afetiva com a pessoa. Se eu ficasse com um grande amigo seria muito melhor que ficar com um estranho. Tem alguma ligação afetiva, e isto é o mais legal. E eu só falo bom dia e boa tarde com esse garoto.
Então, eu pedi para os dois fingirem que nunca falaram comigo. se eu falasse que sim, teria que ficar, porque sou uma pessoa de palavra, e se falasse não, era quase humilhação pública, considerando que muita gente ali conhecia ele.
Até aí, todos estão respeitando os limites um do outro. A confusão so começou pelo local onde tivemos o mais--curto-diálogo-da-história. Mas ele tem o direito de falar com os amigos e pedir um favor, os amigos tem o direito de fazer o favor, e eu tenho o direito de falar... Nada.
Os limites foram ultrapassados hoje de manhã (ooks, ainda são 10:22). Os amigos dele falaram com um amigo meu, que eu realmente adoro e acho muito divertido, mas não aprovo a conduta deste meu amigo de forma alguma em relação ao acontecido.
Bom, este meu amigo veio falar comigo, e me disse que tinha um "moleque" do ensino médio querendo ficar comigo, e se eu queria ficar com ele, ao que eu respondi que NÃO. Mas ele disse aos amigos do garoto que sim, que eu queria ficar com ele. Eu perguntei por que ele fez isso, e ele disse que era porque ele achava que já estava na hora de perder o BV. E, poxa, ele sabe que eu ficaria com esse garoto numa boa, se eu conhecesse ele direito, achasse que valia a pena, se eu não estivesse a fim de mais ninguém... Mas não, apesar de ser a minha boca, é ele que faz as decisões por aqui.
Eu fui embora. Já tinha terminado as provas. O garoto já estavam vindo falar comigo, e mais uma vez, teriam bilhões de expectadores querendo saber o que eu irira fazer. haha, vou filmar tudo e montar meu própria reality show!!
Bem, o NÃO desta postagem não é ao garoto. Na verdade, ele até parece ser muito legal e eu gostaria de ser amiga dele.
O NÃO desta postagem é a todos que acham que a sua vontade esta acima de vontade dos outros, e que por isso, ultrapassa seus limites, invadem o dos outros, e ainda pergunatm depois se fizeram alguma coisa errada...

BJS caramelados,

Patty

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Sim Marcelo, eu estou magoada com você

Aula de Mimica 1: a escrita do limoeiro

quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Petrópolis.
Um dia sem chuva, um dia de alegria! Pena que hoje choveu, novamente.... Mas isso proporcionou risadas para todo o meu dia
Na aula de educação física, ficamos em sala (de novo, por causa da chuva), fazendo mimica de filmes. As meninas do time B estavam fazendo com que o jogo realmente ficasse difícil, e, para equiparar a infantilidade, eu sugeri que uma das meninas interpretasse o filme "o limoeiro". O tempo limite para que o outro tipo descobrisse o nome do filme era de 2 minutos.
Faltando, apenas, 25 segundos (e a ótima representação de um limoeiro dançando), eu escuto "O Limodeiro" e em seguida "O Limoneiro", e, para salvar das torturas que nossas vis línguas fazem à gramática, é ouvido "O Limoeiro". Simples, bonito e PASSIVEL DE UMA PESSOA ALFABETIZADA.
A história fica realmente engraçada quando a segunda, se redime e fala que foi um erro de pronúncia, no que eu acredito... Mas a primeira fala "Ué, eu pensava que era limodeiro! Algo contra?"

E eu estudo no Ipiranga, melhor da cidade, 8º melhor do estado, e 17º melhor do Brasil... País bonito, onde podemos encontrar uma fruta azeda, proveniente do Limodeiro...

BJS caramelados,

Patty

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Para diminuir qualquer ironia oriunda dos meus erros gramaticais nesta postagem, saibam que esta foi escrita rapidamente, pois estou com pressa!!

As Estantes Completas Incompletas

segunda-feira, 7 de novembro de 2011
São várias as redor do mundo, essas estantes completas, porém incompletas.Cheias de coleções inteiras, com capas incríveis, diversos efeitos... Mas neste domingo, me dei conta de que, eu sou uma leitora estremamente vazia: fui visitar minha tia, e não tendo carro, meu recurso mais barato (ou diria "menos caro"?) foi o ônibus. Assim, as 8:15 da manhã, eu estava na rodoviária, com minha passagem a mão, mas o transporte sairia apenas as 8:40, e com isso, decidi ir a livraria da rodoviária.
Observei o pequeno espaço: livro nacionais: 3, no caixa; livros infantis: poucos; revistas sem conteúdo algum: mais de 3/4 da "livraria"; revistas de conteúdo: poucas, jogadas atras de revistas fúteis. E do outro lado, ao qual me dirigi, estavam os "livros de capa bonita". Todos, coincidentemente ou não, escritos por autores estado unidenses (destaco que me refiro, nesta parte, apenas àquela livraria).
Apanhei um, cujo nome não lembro, mas lembro do início da sinopse, onde um casal comemorava o aniversário do primeiro beijo. Logo devolvi o livro à estante, pensando: um deles irá morrer, o outro ou descubrirá seu poderes sobrenaturais, ou fará amigos que os tem, ou encontrará algo interessante em sua árvore genealógica; qualquer que fosse a opção seguida, isso ajudaria a encontrar a alma do falecido amante. Talvez, e com probabilidade razoável, ao conseguir, daria sua vida, obrigando o outro a repetir tudo o processo de busca as almas perdidas. Talvez aquele livro fosse interessante, e abordasse outro assunto; pudesse acrescentar algo a mim.
Com isso, quero dizer, que nossas estantes, principalmente as dos jovens, que parecem ter leitura cada vez mais voraz, estão cheias: são livros abordando a morte, o amor na morte, o amor, a morte do amor, a busca do amor morto, a morte do que procurava pelo amor, o amor inalcansável. E em cada um, o que realmente atrai o leitor é: mas isso aconteceu porque ele traiu a namorada com a fulana, que era a melhor amiga dela, e quando foi pedir desculpas a ela, descobriu que ela também o traiu... Na maioria das vezes o garoto fica extremamente ressentido, e garota (e protagonista) se descontrola, mas eles em um futuro próximo lutarão contra o mal, e se unirão novamente! Esses livros, tendem a tratar de assuntos puramente fúteis, onde é desprezada a afetividade, o dinheiro importa, não porque pode te dar uma melhor condição de vida, mas porque te fará bem mais popular. E assim é a maioria.
Por isso, avalie os último livros que você leu; sua estante é completa ou incompleta em quantidade? E em conteúdo?

Voltando a livraria: aqueles livros de conteúdo, próximos ao caixa, são apenas 3, porque aparentemente, ninguém se interessa por eles, e por isso o espaço a deles delimitado é tão pequeno. E provavelmente, Mês que vêm, infelizmente, encontrarei apenas três livros, feios por fora, feios (esteticamente) por dentro, sendo vítimas do esquecimento da literatura útil e infinitamente mais agradável.
Por isso, sou a favor de embelezarmos nossas mentes com esses livros que não precisam de capas bonitas, pois a beleza esta na sua essência, no conhecimento que nos trazem. E espero, que algum dia, ouça pessoas oncomendando livros "de capa feia", pois três não são o suficiente para abastecer uma cidade de mentes com sede de saber.

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BJS caramelados,

Patty

A Amizade

sábado, 23 de julho de 2011
Esse texto é do livro "Uma Herança Preciosa", de Jim Stovall:

"Amigo é uma palavra dita com muita frequencia por gente que não sabe o seu significado. Hoje em dia, as pessoas chamam qualquer um que conhecem de amigo. Meu rapaz, você será feliz se viver tanto quanto eu vivi e puder contar os amigos de verdade nos dedos das duas mãos.
Vou agora dividir com você, Jason, uma história que jurei não contar a ninguém enquanto vivesse. Mas como está vendoe ouvindo isso depois da minha morte e na presença da pessoa para quem eu fiz o juramento, me sinto à vontade para conta-la. Como você sabe, vivi até os 75 anos e tive o que a maior parte das pessoas considera uma vida longa e saudável. Mas nem sempre foi tranquila.
Lembro-me de que quando eu tinha acabado de completar 38 anos e fui hospitalizado com uma febre altíssima. Para saber do que se tratava, os médicos consultaram os maiores especialistas do país. Finalmente, veio o diagnóstico: eu sofria de uma doença renal rara e incurável. A única esperança estava num novo procedimento: transplante de rim.
É preciso entender que aquilo era algo de que nunca se ouvira falar e que não havia doadores disponíveis como existem hoje. Chamei o doutor Hamilton, que sempre foi meu advogado, e lhe disse que precisaríamos dar início a uma pesquisa de âmbito nacional para encontrar um rim compatível. Eu estava apavorado, porque o especialista me dissera que, sem o transplante, eu não teria mais de duas semanas de vida. Você pode imaginar o meu alívio quando o doutor Hamilton me telefonou, dois dias depois, e falou que tinha localizado um rim na Costa Leste.
Bem, como você pode imaginar, a operação foi um sucesso e me permitiu viver até hoje. O que estou certo de que você não é capaz de imaginar, e que até agora ninguém sabia, é que o rim que Hamilton descobriu era o dele.
Só existe no mundo uma maneira de explicar uma coisa dessas. Ela se chama amizade"

Espero que todos os leitores reflitam sobre o que leram: quantas amizades vocês tem?

BJS caramelados,

Patty

Vamos viajar de avião?

sábado, 23 de abril de 2011
"Vamos viajar de avião?"
Você pode interpretar essa frase de muitas formas...
N caso, não falo de começar a praticar paraquedismo, ou qualquer outro esporte do tipo. Primeiramente, falo sobre começar a voar dentro de você mesmo.
Quando você quer ir a um lugar distante, suponho eu, que você vá de avião. Portanto, voar dentro de si mesmo é você ir ao extremo de sua personalidade, interagir com novas situações e novas pessoas, que, aparentemente, não são parecidas com você, pois apenas viajando para tão longe é que você terá a oportunidade de se conhecer, saber como você age e reage.
Apesar de parecer bem confuso, o pensamento é: apenas viajando para tão longe, sem ao menos se mover, é que se chega a algum lugar.

Para os que já fizeram tantas viajens, sem ir a lugar nenhum (em um plano puramente físico), trago uma outra ideia.
Quando se viaja de avião, você vê tudo o que parece ser possível... Portanto, faça o mesmo em sua vida. Para de ver seu mundo liitado, e veja o ponto de vista dos outros. Mesmo que você tenha razão, com certeza algo será aprendido, mesmo com as piores pessoas.

E para você, que já fez viajens dentro de si sozinho, e depois, com a ajuda dos demais, como qualquer passageiro de avião, que vê tudo acontendo, com as pessoas tão pequenas... É assim que você deve ver as pessoas, pequenas. Seja superior à superficialidade, às fofocas... Seja maior, se aparte disso tudo.

Foi uma boa experiência, não? Não se gasta nada, mas o que se ganha...
Depois de tanto, você, passageiro, que já está a bordo, tão longe de casa (do conforto de não mudar sua vida, nem para pior ou para melhor), deve ver tudo do alto, iluminado!
Para você, só peço que saia do avião, a viajem acabou, ou melhor, continua, até para você. Você não é melhor do que ninguém.

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O céu, é o luga dos pássaros, do sol, das nuvens... Mas não custa ir até lá de vez enquanto.

BJS caramelados,

Patty

Speak Now

quinta-feira, 7 de abril de 2011
Domingo, ganhei o novo CD da Taylor Swift, "Speak Now, mas só pude escuta-lo ontem a noite. Apesar das músicas serem encantadoras, o que mais prendeu minha atenção foi o prólogo. Nele, Taylor falou sobre o nome de seu álbum, as pessoas a quem ela o dedicou... E o por quê de falar agora. Devo dizer que concordo com suas belas palavras: que quando sentir algo, deve dizer, pois as palavras silenciadas são as que sempre nos persiguirão. É algo muito bonito de se dizer, mas quem nunca teve receio de dizer algo "errado"? Porque o amor, seja ela por um namorado, aimgo, filho (...), o amor verdadeiro, é como a água: tão difícil de se capturar, mas por um mínimo descuido, escorre por nossos dedos. Palavras, as que realmente importam, sejam elas boas ou não, sempre nos sufocam; a possibilidade de revela-las a alguém nos assusta profundamente. Quem nunca teve um "Eu te amo", que foi planejado? O local, a hora, as roupas, música... No final, as três palavras nunca saem do papel. Deveria ser criado um prêmio para quem dissesse esta frase tão complicada. Não existe nenhuma poção ou truque para combater o medo da rejeição que você desconheça: você, sua auotconfiança, são armas tão poderosas! Você é uma poderosa arma, mas como se encontrar dentro de si mesmo? É um longo caminho, no qual nosso único guia é a vida e suas experiências. Espero, um dia, me encontrar, e gostar dessa nova conhecida: afinal, ainda teremos muito tempo juntas. Talvez, algum dia, entendamos os corações tão confusos, uma da outra. BJS caramelados, Patty

Texto

quinta-feira, 24 de março de 2011
O amor é como a água; transparente, se inflitra nas superfícies mais secas; no mundo pós moderno, há cada vez menos, fica mais escaço; e por um simples descuido, pode escorrer por entre os dedos. O ódio é como a terra, que sem a água fica seca, um lugar onde nem mesmo a mais resistente planta não cresceria; a cada dia aumenta mais e mais; suga tudo a sua volta, e está em constante mudança. A compaixão é como o ar, leve, flutua, e está disponível a todos. O rancor é como o fogo, que queima a si, porém parece não se importar; queima também tudo a sua volta. Se não impedido, cresce, forma um império baseado no ego e no orgulho. Apesar de alguns parecerem unicamente bons, e outros absolutamente ruins, não há verdade absoluta; todos, em excesso, são ruins. É preciso o equilíbrio perfeito para que cada um possa mais que sobreviver: viver intensamente, feliz, e compartilhando seu sucesso com o mundo. BJS caramelados, Patty

Teoria da Conspiração: Fones de Ouvido

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ontem, como muitos de vocês sabem, eu tive aula de informática. Além de fazer um exercício e meio do Photoshop, ouvir meu professor falar "Bacana ein... Vai ter oração?" e que o Face é legal, eu pesquisei algumas teorias da conspiração... a mais famosa, creio eu, sem ser daqueles dois caras, Lincoln(?) e aquele outro com K (Kennedy?), é a da caneta BIC... a que mais viaja é aquela dos anões de jardim... Então, meu professor teve uma ideia brilhante: por que não inventar uma nova teoria da conspiração? Quando mais "viajante", digamos assim, melhor... Mas, apesar e com a paranóia, precisa fazer sentido, não é mesmo?

Então. vamos lá, teoria da conspiração!

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TEORIA DA CONSPIRAÇÃO: OS FONES DE OUVIDO
Pequenas viagens pela sua mente

Hoje, enquanto eu estava ouvindo música, senti algo me incomodando, quase como se alguém estivesse batendo em minha cabeça.
Eles são capazes de entrar pela sua mente, buscar pelas suas informações pessoais, e armazena-las. Muitas vezes o fone esquerdo para de funcionar, não é mesmo? Isso te obriga a comprar um outro, novinho, com capacidade de armazenar mais dos seus pensamentos, enquanto o antigo, é enviado para uma sede alienígena. Você nunca sente nada, pois está concentrado na música... Após saberem tudo sobre o seu cotidiano, até mesmo onde você costuma comprar estas pequenas "maravilhas", eles começam a programar alguns fones, para colocar algumas informações em sua mente. Algum dia, um daqueles fones chegará até você... Então, não haverá maneira de se salvar: você começará a duvidar de seus amigos, e começará a ficar com uma espécie de vicio pela tecnologia, se ausentando da sociedade, não podendo assim contribuir com seus pensamentos. Quando a humanidade não for capaz de vez os mais nítidos sinais de que está sendo dominada, e não acreditar naqueles que avisam sobre os aliens, eles irão dominar o mundo, fazendo de nós seus escravos.

Talvez você não tenha fones de ouvido, mas não está a salvo por isso. A indústria da música é dominada pelos iluminati, que utilizam das MENSAGENS SUBLIMINARES para mudar o mundo e o curso da vida...

Por isso, tenha cuidado, e se limite apenas a aproveitar a sua vida da melhor forma possível.

OS ALIENS ESTÃO PERTO... PERTO DEMAIS...

BJS conspirando contra você,

Patty

Somos exatamente o que queremos ser

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sabe, -ontem- hoje, as duas da manhã, eu estava vendo alguns dos meus apisódios prediletos de Glee, 1ª temporada. No final do episódio Grávidas, que é o quarto (se você gosta de rir, você deveria ver), Sue Silvester fala algo assim:

Estou cansada de vr as pessoas reclamando, sobre como as suas vidas são horríveis, de como elas estiveram naquele furacão... Quando eu passo pelos desabrigados, eu grito: Ei, como tem sido viver sem teto?!... (tá, isso não é importante, então vou retirar uma parte)... Porque, sabe, não há muita diferença entre uma multidao vaiando e uma torcendo por você. Os dois só estão fazendo muito barulho. A diferenção está em como você encara isso. Imagine que eles estão torcndo por você, e um dia eles torcerão!

Bem, eu acho que, para ser uma boa pessoa, você deve pensar em si mesmo como uma boa pessoa. Se você quiser ser um palhaço, deve pensar em si mesmo como uma pessoa engraçada. E isso vale para absolutamente tudo, não apenas se você quiser ser um palhaço, ou uma boa pessoa.

E então, o que vocês querem ser?

BJS caramelados,

Patty

Só acontece com quem acredita..

Bem, algo me chamou a atenção... Eu sou uma daquelas pessoas que adora procurar coisas inúteis no gogle, como Como Saber Quando Alguém é Psicopata... Bem, a questão é que comecei a ler sites sobre acontecimentos sobrenaturais, porque acho bem legal. Mas o que é realmente interessante são os comentários.

Preste atenção, que as pessoas que não acreditam em coisas sobrenaturais estão sempre colocando risadas, e falando que os outros estão loucos. Já s que acreditam, em maioria, estão comentando que isso já aconteceu com eles. Ah, e mais uma coisa- isso nunca acontece com um amigo, ou um parente da pessoa, é sempre com ele mesmo.

Isso acontece por causa do ponto de vista. Eu, outro dia, estava conversando com o meu avô, que me disse exatamente isso: só acontece com quem acredita.

Eu vou admitir, eu sou MUITO medrosa. E não faço ideia do que tenho medo, só ei que em maioria são de imagens, e barulhos.
A diferença está no ponto de visto, digo de novo...

Quando algo estava em um lugar, e no instante que você o quer, não está, muitos vão pensar: devo ter deixado em outro lugar, ou alguém pegou. Outros vão pensar que ALGO pegou o objeto.

É por isso, caros amigos, que eu digo:

Só corre perigo quem acredita estar em perigo.

BJS caramelados,

Patty...

Oops, o caramelo não está mais aqui... O QUÊ o pegou?... (usufruam de sua imaginação)
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