Oi pessoal!! Ei sei que disse que hoje iria voltar com uma postagem, mas ela não é o que estou pensando agora, então, vou escrever sobre outra coisa. Sobre entender a vontade alheia.
Minha tia sempre me disse que o seu direito termina quando começa o direito do outro. Sabe. se as pessoas respeitassem esta guerra tão básica, muitos conflitos, muitas guerras seriam evitadas.
Como todos bem sabem, eu tenho 14 anos, e terminei hoje a 7ª série (não reproveu ano nenhum, é que eu faço aniversário dia 23 de setembro), e um garoto do ensino médio, o qual não vou citar o nome, estava querendo ficar comigo; mas invés dele falar diretamente comigo, ele pediu para dois amigos dele virem falar comigo. Na cantina do curso de inglês. E foi então que começou a confusão.
Os seus amigos vieram falar comigo, e todos as pessoas da cantina olharam, esperando a minha resposta. Se eu morasse no Rio, em SP... Mas eu moro em Petrópolis, e sei que tudo o que se faz influencia na sua vida e na do outro. Eu nunca fiquei com ninguém, então, ficar com ele não seria problema, mas a questão, é que eu não queria. Eu mudei de ideia quanto ao ficar, mas ainda acho que para beijar alguém e aproveitar disto ao máximo, você tem que ter alguma ligação afetiva com a pessoa. Se eu ficasse com um grande amigo seria muito melhor que ficar com um estranho. Tem alguma ligação afetiva, e isto é o mais legal. E eu só falo bom dia e boa tarde com esse garoto.
Então, eu pedi para os dois fingirem que nunca falaram comigo. se eu falasse que sim, teria que ficar, porque sou uma pessoa de palavra, e se falasse não, era quase humilhação pública, considerando que muita gente ali conhecia ele.
Até aí, todos estão respeitando os limites um do outro. A confusão so começou pelo local onde tivemos o mais--curto-diálogo-da-história. Mas ele tem o direito de falar com os amigos e pedir um favor, os amigos tem o direito de fazer o favor, e eu tenho o direito de falar... Nada.
Os limites foram ultrapassados hoje de manhã (ooks, ainda são 10:22). Os amigos dele falaram com um amigo meu, que eu realmente adoro e acho muito divertido, mas não aprovo a conduta deste meu amigo de forma alguma em relação ao acontecido.
Bom, este meu amigo veio falar comigo, e me disse que tinha um "moleque" do ensino médio querendo ficar comigo, e se eu queria ficar com ele, ao que eu respondi que NÃO. Mas ele disse aos amigos do garoto que sim, que eu queria ficar com ele. Eu perguntei por que ele fez isso, e ele disse que era porque ele achava que já estava na hora de perder o BV. E, poxa, ele sabe que eu ficaria com esse garoto numa boa, se eu conhecesse ele direito, achasse que valia a pena, se eu não estivesse a fim de mais ninguém... Mas não, apesar de ser a minha boca, é ele que faz as decisões por aqui.
Eu fui embora. Já tinha terminado as provas. O garoto já estavam vindo falar comigo, e mais uma vez, teriam bilhões de expectadores querendo saber o que eu irira fazer. haha, vou filmar tudo e montar meu própria reality show!!
Bem, o NÃO desta postagem não é ao garoto. Na verdade, ele até parece ser muito legal e eu gostaria de ser amiga dele.
O NÃO desta postagem é a todos que acham que a sua vontade esta acima de vontade dos outros, e que por isso, ultrapassa seus limites, invadem o dos outros, e ainda pergunatm depois se fizeram alguma coisa errada...
BJS caramelados,
Patty
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Sim Marcelo, eu estou magoada com você
Um não bem dito... » Permalink
Postado por Giulia Lassay | sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 0 comentários
Postado por Giulia Lassay | sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 0 comentários
Caro anônimo
Obrigada pela sua crítica, mesmo que seja falando algo não tão bom.
Eu parei de publicar poemas assim por medo de plágio: mas tenho muitos outros e muito piores, em 3 línguas, até de 12 páginas, sobre diversos assuntos...
Eu não sou profana: acho muito melhor que eu escreva poemas para "extravasar" meu lado ruim do que aqueles que realmente matam pessoas... O que você faz para extravasar seu lado ruim?? Todos tem um...
BJS caramelados,
Patty
Obrigada pela sua crítica, mesmo que seja falando algo não tão bom.
Eu parei de publicar poemas assim por medo de plágio: mas tenho muitos outros e muito piores, em 3 línguas, até de 12 páginas, sobre diversos assuntos...
Eu não sou profana: acho muito melhor que eu escreva poemas para "extravasar" meu lado ruim do que aqueles que realmente matam pessoas... O que você faz para extravasar seu lado ruim?? Todos tem um...
BJS caramelados,
Patty
Petrópolis.
Um dia sem chuva, um dia de alegria! Pena que hoje choveu, novamente.... Mas isso proporcionou risadas para todo o meu dia
Na aula de educação física, ficamos em sala (de novo, por causa da chuva), fazendo mimica de filmes. As meninas do time B estavam fazendo com que o jogo realmente ficasse difícil, e, para equiparar a infantilidade, eu sugeri que uma das meninas interpretasse o filme "o limoeiro". O tempo limite para que o outro tipo descobrisse o nome do filme era de 2 minutos.
Faltando, apenas, 25 segundos (e a ótima representação de um limoeiro dançando), eu escuto "O Limodeiro" e em seguida "O Limoneiro", e, para salvar das torturas que nossas vis línguas fazem à gramática, é ouvido "O Limoeiro". Simples, bonito e PASSIVEL DE UMA PESSOA ALFABETIZADA.
A história fica realmente engraçada quando a segunda, se redime e fala que foi um erro de pronúncia, no que eu acredito... Mas a primeira fala "Ué, eu pensava que era limodeiro! Algo contra?"
E eu estudo no Ipiranga, melhor da cidade, 8º melhor do estado, e 17º melhor do Brasil... País bonito, onde podemos encontrar uma fruta azeda, proveniente do Limodeiro...
BJS caramelados,
Patty
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Para diminuir qualquer ironia oriunda dos meus erros gramaticais nesta postagem, saibam que esta foi escrita rapidamente, pois estou com pressa!!
Um dia sem chuva, um dia de alegria! Pena que hoje choveu, novamente.... Mas isso proporcionou risadas para todo o meu dia
Na aula de educação física, ficamos em sala (de novo, por causa da chuva), fazendo mimica de filmes. As meninas do time B estavam fazendo com que o jogo realmente ficasse difícil, e, para equiparar a infantilidade, eu sugeri que uma das meninas interpretasse o filme "o limoeiro". O tempo limite para que o outro tipo descobrisse o nome do filme era de 2 minutos.
Faltando, apenas, 25 segundos (e a ótima representação de um limoeiro dançando), eu escuto "O Limodeiro" e em seguida "O Limoneiro", e, para salvar das torturas que nossas vis línguas fazem à gramática, é ouvido "O Limoeiro". Simples, bonito e PASSIVEL DE UMA PESSOA ALFABETIZADA.
A história fica realmente engraçada quando a segunda, se redime e fala que foi um erro de pronúncia, no que eu acredito... Mas a primeira fala "Ué, eu pensava que era limodeiro! Algo contra?"
E eu estudo no Ipiranga, melhor da cidade, 8º melhor do estado, e 17º melhor do Brasil... País bonito, onde podemos encontrar uma fruta azeda, proveniente do Limodeiro...
BJS caramelados,
Patty
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Para diminuir qualquer ironia oriunda dos meus erros gramaticais nesta postagem, saibam que esta foi escrita rapidamente, pois estou com pressa!!
Aula de Mimica 1: a escrita do limoeiro » Permalink
Postado por Giulia Lassay | quarta-feira, 16 de novembro de 2011 0 comentários
Postado por Giulia Lassay | quarta-feira, 16 de novembro de 2011 0 comentários
Oi professora, tudo bem??
Obrigada por conseguir um tempinho para olhar o meu blog, muito agradecida!!
Até sexta!!
BJS caramelados,
Patty
---
horário: 00:29
o que estava fazendo: dever de biologia; uma pesquisa enoooooorme voluntária. Aqueles que planejavam copiar, coitados... nem pensar dar minhas noites mal-dormidas de bandeija. É um trabalho fruto do meu esforço de dias, não um sanduíche.
Obrigada por conseguir um tempinho para olhar o meu blog, muito agradecida!!
Até sexta!!
BJS caramelados,
Patty
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horário: 00:29
o que estava fazendo: dever de biologia; uma pesquisa enoooooorme voluntária. Aqueles que planejavam copiar, coitados... nem pensar dar minhas noites mal-dormidas de bandeija. É um trabalho fruto do meu esforço de dias, não um sanduíche.
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Postado por Giulia Lassay | quinta-feira, 10 de novembro de 2011 0 comentários
Postado por Giulia Lassay | quinta-feira, 10 de novembro de 2011 0 comentários
Oi, tudo bem? Obrigada pela crítica!!
Você atmbém escreve algum tipo de texto? Se quiser publicar, mande para
pattymaryah@hotmail.com
Mas por favor, avise antes em comentário, ooks? Adoraia que você participasse!!
BJS caramelados,
Patty
Você atmbém escreve algum tipo de texto? Se quiser publicar, mande para
pattymaryah@hotmail.com
Mas por favor, avise antes em comentário, ooks? Adoraia que você participasse!!
BJS caramelados,
Patty
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Postado por Giulia Lassay | terça-feira, 8 de novembro de 2011 0 comentários
Postado por Giulia Lassay | terça-feira, 8 de novembro de 2011 0 comentários
São várias as redor do mundo, essas estantes completas, porém incompletas.Cheias de coleções inteiras, com capas incríveis, diversos efeitos... Mas neste domingo, me dei conta de que, eu sou uma leitora estremamente vazia: fui visitar minha tia, e não tendo carro, meu recurso mais barato (ou diria "menos caro"?) foi o ônibus. Assim, as 8:15 da manhã, eu estava na rodoviária, com minha passagem a mão, mas o transporte sairia apenas as 8:40, e com isso, decidi ir a livraria da rodoviária.
Observei o pequeno espaço: livro nacionais: 3, no caixa; livros infantis: poucos; revistas sem conteúdo algum: mais de 3/4 da "livraria"; revistas de conteúdo: poucas, jogadas atras de revistas fúteis. E do outro lado, ao qual me dirigi, estavam os "livros de capa bonita". Todos, coincidentemente ou não, escritos por autores estado unidenses (destaco que me refiro, nesta parte, apenas àquela livraria).
Apanhei um, cujo nome não lembro, mas lembro do início da sinopse, onde um casal comemorava o aniversário do primeiro beijo. Logo devolvi o livro à estante, pensando: um deles irá morrer, o outro ou descubrirá seu poderes sobrenaturais, ou fará amigos que os tem, ou encontrará algo interessante em sua árvore genealógica; qualquer que fosse a opção seguida, isso ajudaria a encontrar a alma do falecido amante. Talvez, e com probabilidade razoável, ao conseguir, daria sua vida, obrigando o outro a repetir tudo o processo de busca as almas perdidas. Talvez aquele livro fosse interessante, e abordasse outro assunto; pudesse acrescentar algo a mim.
Com isso, quero dizer, que nossas estantes, principalmente as dos jovens, que parecem ter leitura cada vez mais voraz, estão cheias: são livros abordando a morte, o amor na morte, o amor, a morte do amor, a busca do amor morto, a morte do que procurava pelo amor, o amor inalcansável. E em cada um, o que realmente atrai o leitor é: mas isso aconteceu porque ele traiu a namorada com a fulana, que era a melhor amiga dela, e quando foi pedir desculpas a ela, descobriu que ela também o traiu... Na maioria das vezes o garoto fica extremamente ressentido, e garota (e protagonista) se descontrola, mas eles em um futuro próximo lutarão contra o mal, e se unirão novamente! Esses livros, tendem a tratar de assuntos puramente fúteis, onde é desprezada a afetividade, o dinheiro importa, não porque pode te dar uma melhor condição de vida, mas porque te fará bem mais popular. E assim é a maioria.
Por isso, avalie os último livros que você leu; sua estante é completa ou incompleta em quantidade? E em conteúdo?
Voltando a livraria: aqueles livros de conteúdo, próximos ao caixa, são apenas 3, porque aparentemente, ninguém se interessa por eles, e por isso o espaço a deles delimitado é tão pequeno. E provavelmente, Mês que vêm, infelizmente, encontrarei apenas três livros, feios por fora, feios (esteticamente) por dentro, sendo vítimas do esquecimento da literatura útil e infinitamente mais agradável.
Por isso, sou a favor de embelezarmos nossas mentes com esses livros que não precisam de capas bonitas, pois a beleza esta na sua essência, no conhecimento que nos trazem. E espero, que algum dia, ouça pessoas oncomendando livros "de capa feia", pois três não são o suficiente para abastecer uma cidade de mentes com sede de saber.
---
BJS caramelados,
Patty
Observei o pequeno espaço: livro nacionais: 3, no caixa; livros infantis: poucos; revistas sem conteúdo algum: mais de 3/4 da "livraria"; revistas de conteúdo: poucas, jogadas atras de revistas fúteis. E do outro lado, ao qual me dirigi, estavam os "livros de capa bonita". Todos, coincidentemente ou não, escritos por autores estado unidenses (destaco que me refiro, nesta parte, apenas àquela livraria).
Apanhei um, cujo nome não lembro, mas lembro do início da sinopse, onde um casal comemorava o aniversário do primeiro beijo. Logo devolvi o livro à estante, pensando: um deles irá morrer, o outro ou descubrirá seu poderes sobrenaturais, ou fará amigos que os tem, ou encontrará algo interessante em sua árvore genealógica; qualquer que fosse a opção seguida, isso ajudaria a encontrar a alma do falecido amante. Talvez, e com probabilidade razoável, ao conseguir, daria sua vida, obrigando o outro a repetir tudo o processo de busca as almas perdidas. Talvez aquele livro fosse interessante, e abordasse outro assunto; pudesse acrescentar algo a mim.
Com isso, quero dizer, que nossas estantes, principalmente as dos jovens, que parecem ter leitura cada vez mais voraz, estão cheias: são livros abordando a morte, o amor na morte, o amor, a morte do amor, a busca do amor morto, a morte do que procurava pelo amor, o amor inalcansável. E em cada um, o que realmente atrai o leitor é: mas isso aconteceu porque ele traiu a namorada com a fulana, que era a melhor amiga dela, e quando foi pedir desculpas a ela, descobriu que ela também o traiu... Na maioria das vezes o garoto fica extremamente ressentido, e garota (e protagonista) se descontrola, mas eles em um futuro próximo lutarão contra o mal, e se unirão novamente! Esses livros, tendem a tratar de assuntos puramente fúteis, onde é desprezada a afetividade, o dinheiro importa, não porque pode te dar uma melhor condição de vida, mas porque te fará bem mais popular. E assim é a maioria.
Por isso, avalie os último livros que você leu; sua estante é completa ou incompleta em quantidade? E em conteúdo?
Voltando a livraria: aqueles livros de conteúdo, próximos ao caixa, são apenas 3, porque aparentemente, ninguém se interessa por eles, e por isso o espaço a deles delimitado é tão pequeno. E provavelmente, Mês que vêm, infelizmente, encontrarei apenas três livros, feios por fora, feios (esteticamente) por dentro, sendo vítimas do esquecimento da literatura útil e infinitamente mais agradável.
Por isso, sou a favor de embelezarmos nossas mentes com esses livros que não precisam de capas bonitas, pois a beleza esta na sua essência, no conhecimento que nos trazem. E espero, que algum dia, ouça pessoas oncomendando livros "de capa feia", pois três não são o suficiente para abastecer uma cidade de mentes com sede de saber.
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BJS caramelados,
Patty
As Estantes Completas Incompletas » Permalink
Postado por Giulia Lassay | segunda-feira, 7 de novembro de 2011 1 comentários
Postado por Giulia Lassay | segunda-feira, 7 de novembro de 2011 1 comentários
Matéria de Literatura: o texto- níveis de leitura e plano inclinado de aristóteles
sábado, 5 de novembro de 2011 Marcadores: Casa dos estudantes
A palavra "texto" é originada de "textil", isto é, tecido. Esse tecido é formado de linhas entranhadas, ideia de que, entrelaçadas, formam a trama da história.
NÍVEIS DE LEITURA:
-Nível Superficial: quanto mais complexo o texto, mas "grossa" é essa superfície. Nele, encontramos as palavras. Temos dois eixos: o linear, onde lemos as palavras; e o paradigmático, onde as escolhemos e ordenamos.
-Nível Profundo: nele, encontramos a oposição mínima, formada por dois substantivos abstratos opostos (Exemplo: sanidade X insanidade)
Na transição entre esses dois níveis, você irá perceber melhor o sentido das palavras.
-Nível Narrativo: é o níevel mais denso, onde encontramos a verossimilhança. É também onde acontece a relação causa-consequência.
-Manipulação: algo ou alguém manipula você para obter algo. São vários os tipos de manipulação (chantagem, ameaça, premiação...). Estabelece a causa, e é exclusividade do manipulador.
-Competência: aceitar ou não a manipulação (ou executar a ação). Causa em ação. É exclusividade do manipulado.
-Performance: Consequência em ação. Mudança de estado do manipulado. É exclusividade do manipulado.
-Sanção(=prêmio/punição): consequência estabelecida. É exclusividade do manipulado e do manipulador.
BJS caramelados,
Patty
NÍVEIS DE LEITURA:
-Nível Superficial: quanto mais complexo o texto, mas "grossa" é essa superfície. Nele, encontramos as palavras. Temos dois eixos: o linear, onde lemos as palavras; e o paradigmático, onde as escolhemos e ordenamos.
-Nível Profundo: nele, encontramos a oposição mínima, formada por dois substantivos abstratos opostos (Exemplo: sanidade X insanidade)
Na transição entre esses dois níveis, você irá perceber melhor o sentido das palavras.
-Nível Narrativo: é o níevel mais denso, onde encontramos a verossimilhança. É também onde acontece a relação causa-consequência.
PLANO INCLINADO DE ARISTÓTELES (relação causa-consequência)
-Manipulação: algo ou alguém manipula você para obter algo. São vários os tipos de manipulação (chantagem, ameaça, premiação...). Estabelece a causa, e é exclusividade do manipulador.
-Competência: aceitar ou não a manipulação (ou executar a ação). Causa em ação. É exclusividade do manipulado.
-Performance: Consequência em ação. Mudança de estado do manipulado. É exclusividade do manipulado.
-Sanção(=prêmio/punição): consequência estabelecida. É exclusividade do manipulado e do manipulador.
BJS caramelados,
Patty
Matéria de Literatura: o texto- níveis de leitura e plano inclinado de aristóteles » Permalink
Postado por Giulia Lassay | sábado, 5 de novembro de 2011 0 comentários
Postado por Giulia Lassay | sábado, 5 de novembro de 2011 0 comentários
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